
Os cantos da primavera
Cidade que se doa,
que se faz saudade,
que não é minha, mas é...
As casas mágicas,
as ruas confusas, mas ainda assim mágicas.
A aldeia da paz,
a aldeia e a paz...
Neblinas confusas entre o mormaço e a noite...
Cidade e saudade.
A igreja queimada,
o cimento e os andaimes...
O álcool e a Câimbra.
Ao longe, por onde a vista não alcança por um segundo,
a exploração, e a solidão dividida em gotas alegres...
Rede, chita, madeira...
Bares, lustres, pedras...
Ruas que se entrecruzam sem amplo sentido.
A ponte e o frio na barriga...
O carnaval, o festival e a festa...
Perdidos e achados que se entremeiam aos pirineus.
Escrito por Eu_ às 12h48
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